"Eu encontrei em você carinho, amor, proteção e amizade. Encontrei atenção, companheirismo, reconhecimento e perdão. Encontrei a vida, razão e loucura. Encontrei paixão, afeto e cumplicidade. Por fim, como se não bastasse, me encontrei em você também!"
Cabana dos Sonhos (via inexplicar)

(Source: cabana-dos-sonhos)


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24.05.2013 às 23:26



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24.05.2013 às 23:25



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24.05.2013 às 23:25


"Te escondi dentro de uma caixinha. Nunca fui dividir minhas coisas, quem dirá você. A coisa das coisas. Eu não acho uma definição pra você, nem no maior dicionário do mundo. Você é sem palavras e é completamente sem sentindo. Eu podia ser clichê, Stubb, e dizer que tu é minha vida. Mas, por ser eu, não vou dizer isso. Mas posso dizer que você é uma grande parte dela, sabe? Você não faz uma grande parte da minha vida, você é. Que tipo de pessoa se define em “vida”? Blé. Nunca fui de ser romântica, mas você descobre lados meus que eu nem sabia que existia. No fundo, eu sempre gostei de ter momentos clichês. Dessa coisa que todo mundo tem. Mas ninguém nunca foi capaz de tirar meu clichê de mim. E você, logo você, conseguiu. O que você sabe sobre essas coisas? Nada, Stubb, nadinha. Você não sabe lidar, e me pede pra ter paciência. E teima em dizer que eu tô te fazendo aprender a uma aula que tu não entende nada da matéria. O bom de escrever e falar sobre você, e que ninguém entende. Nem eu, e no fundo, nem você. Eu fui embora mil vezes, Stubb. E você deixou. E depois me procurou de madrugada me pedindo pra aguentar mais um pouquinho, me estragando do jeito que você faz sempre. Odeio conhecer você tão intensamente, odeio que você me conheça inteiramente. Eu tento, e tento muito mesmo… Sabe? Ignorar quando tu tá grilado por algo, mas daí que tá. Não consigo ignorar porque tem uma coisinha na minha cabeça que sabe o que você tem. E sabe que você sabe que eu sei. E que você fica esperando o momento que eu der uma brecha pra você explodir. Eu me recuso, juro que me recuso. Tenho vontade de abrir a caixinha e sacudir até tudinho que tiver dentro dela sair. Tirar você de vez, do meu quarto, da minha vida… E quem sabe, do coração. Mas é nessas vontades que eu tenho de sumir você de mim, que encaixo mais um pouco de ti dentro da droga da caixinha. Você é insuportavelmente você. E isso seria até bom, se ser “você” fosse ser qualquer outra pessoa. O problema é que você não é qualquer outra pessoa. Você é encrenca das boas, e mal sabe disso. Você não entende nada, na verdade. Enfia tua insegurança pra fora da sua cabeça, faz ela ser da boca pra fora. Porque eu, sei lá, gosto de arrumar as coisas. E você, infelizmente, é uma bagunça."
robin and stubb.   (via inexplicar)

(Source: tajmahhal)


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24.05.2013 às 23:24


"Mesmo que a gente brigue berrando, é no silêncio que a gente se entende. É no disfarce da tua voz que eu entendo que devo ficar mais um pouco, porque você não sabe me pedir em palavras, totalmente confusa e complicada. Você sabe que eu não sou ligado em ler coisas em entrelinhas, mas estranhamente eu entendo quando você vem pra mim implorando em silêncio no olhar que eu apenas te faça acreditar que as coisas ficarão bem, porque no fundo tu sabe que a gente se ajeita. A gente por qualquer coisa se esbarra, se nega, briga e perde a linha. Mas as nossas brigas me dão certeza de volta, Robin. E eu nem sei que tanto de coisa é essa que tu consegue me fazer sentir. Você é par e eu sou impar, você é complicada e sem solução. E sem solução eu sempre fui, só não esperava encontrar outra tão ruim quanto eu. Nunca soube definir as coisas que eu sinto, sei lá, eu sou assim. E nunca fui bem visto por tu por causa das coisas, mas de um jeito estranho tu sempre aceitou. Porque ao mesmo tempo que tu tem seu lado indeciso, complicado e impaciente… Tu tem o lado pé no chão. Que na verdade é o teu lado, que é meu. Porque tu é minha ancora, que sempre me deixou preso pra não sair por aí voando. E eu te encontrei em meio a toda tua bagunça e complicação pra te salvar, e quem acabou salvo fui eu. Porque sempre fomos dois perdidos em relação aos nossos sentimentos, mas nos encontramos um no outro de uma forma incompreensível. Talvez tu faça parte de mim, ou eu de você, e no final nos transformamos nesse nó. Completamente embolados e sem jeito de se resolver, mas a gente se embola um um no outro sem compreender de quem é cada linha que se traça entre nós. E o nosso meio de se embolar é tão forte, cara. É forte daquele tipo que eu te deixo ir embora, sabendo que tu vai voltar. E não vou embora, tendo a certeza que tu vai ficar. Te encontrei no meio das minhas duvidas pra conseguir transformar você em certeza. E se amanhã tu decidir ir embora, como tu sempre faz, fica a vontade. Mas amarra nossa linha na tua cintura pra eu te puxar de volta."
robin and stubb. (via tajmahhal)

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24.05.2013 às 23:24


(Source: became-insane)


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24.05.2013 às 23:23


"Você é minha extensão. Sem você não há acordo, sem você não há desacordo, sem você não há protesto, sem você não há passividade sem você não há risos, sem você não há dramas, sem você não há pensamentos, sem você não há almoços nos domingos, sem você não há pizza na sexta à noite, sem você não há brigas, sem você não há escolhas erradas, sem você não há escolhas certas, sem você não há esperança, sem você há respiração que aguente, não há coração que suporte, não há pernas que sustente, não há mãos que apanhem, não há ombros para consolo, não há braços para acolher, não há pé para gastar, não há sola que aguente, não há esperança que resista, não há cabelo que não caia, não há olhos que não choram, não há primavera, não há verão, não há cor, não há terra, não há Terra, não há ninguém, não há poesia que resista, não há amores que durem, não há saudade que resta, não há tempo, não há morte determinada, não há céu, não há flores, não há nada que floresça, não há nada que chova, não há nada que sangre, não há nada que fuja do contexto, não há nada me livrar disso, não há destino, não há rua, não há esquina, não há ninguém se cruzando em ruas ou esquinas, não há saber, não há prazer, não há dor, não há rancor, não há pudor, não há alívio, não há poeta que reste, não há amor que aguente, não há dúvida, não há certeza, não há arrependimento, não há culpa, não há história, não há conto, não há frase, não há ponto, não há vírgula, não há nada… Nem vida, nem eu. Mas espera, acho que foi equivoco meu. Vamos raciocinar, mesmo que não haja raciocínio sem você: se eu havia, se tudo havia, inclusive vida, antes de te conhecer, por que é que agora não haveria? Por que é que morreria? Por que é que acabaria? Por que é que mudaria o rumo e a vida? Não mudaria. Nunca mudaria. É surto meu, é problema meu, é distúrbio meu. Seria loucura dizer que você faz o mundo, como diz Gabito, você não é pra tanto. Seria loucura dizer que sem você não haveria nada. Mas é claro que haveria, inclusive eu. Desculpa, amor, mas pra mudar a vida, você vai ter que ser você e mais um pouco. Não que eu, com a minha insignificância diante do mundo, mudaria alguma coisa também, mas você precisa ser muito mais que isso. Agora que eu entrei em acordo comigo mesma, pode ir embora. Eu sobrevivo. Pode demorar um pouco pra aceitar o fato de você não mudar a órbita dos planetas, mas é previsível minha vitória. Pode ir. Sem compromisso, não precisa voltar. Eu vou ficar bem, eu já estive bem, por que não ficaria? Mas por que é que eu ficaria bem? Não tem motivo pra ficar triste, mas também não tem motivo pra ficar feliz. Eiiiiiiiiiii, volta aqui! Ainda não decidi se preciso de você ou não. Enquanto eu descubro os portos seguros da minha vida, fica mais um pouquinho. Toma um chá, um café, come uma bolachinha. Permanece, me abraça, mas não me cola muito. Ainda não decidi se você realmente não consegue mudar a órbita dos planetas. O meu planeta você tira de órbita, mas enquanto eu cogito a hipótese de viver bem sem você, fica. Fico bem contigo, mas fico pior sentigo."
Alugue Felicidade. “Mabel ao ex, quem sabe eterno amor.” (via aluguefelicidade)

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24.05.2013 às 23:23


"Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair pra compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz? Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem pra sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como? Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo, ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do que eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer pra eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela que sempre fui, velha de guerra. Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu uma vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra. A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste, também está tudo normal. Porque ficar triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alegria, é um registro de nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido. Depressão é coisa muito séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou consigo mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas. “Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não me importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago da razão/ eu ando tão down…” Lembra da música? Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia. Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem pra isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos."
Martha Medeiros. (via aluguefelicidade)

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24.05.2013 às 23:23


*O WINDOWS NÃO ESTA RESPONDENDO* “Além de lerdo é arrogante!”

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24.05.2013 às 23:18


(Source: explosao)


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24.05.2013 às 23:18



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24.05.2013 às 23:17



(Source: alyssa-lenore)


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24.05.2013 às 23:17


"Amor que não é feito de dois, definitivamente não é amor…"
thaisziberman (via excitar-se)

(Source: relevou)


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24.05.2013 às 23:16


nevou:

♥

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24.05.2013 às 23:16



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